Growth Hacking é o filho (superdotado) do novo marketing

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Caminhamos tanto na tecnologia, novas plataformas e ferramentas inovadoras são lançadas diariamente, e startups pipocam país afora. Entretanto, grande parte das empresas ainda não acordaram para o que é e do que é capaz, o real e mais verdadeiro papel do marketing nas organizações.

Culpa das universidades? Dos gestores? Talvez de ambos. Mas o que quero destacar aqui é que o momento histórico e econômico em que vivemos pede novos olhares e uma mente mais aberta às ‘novidades’ e oportunidades de colocar a criatividade ‘para rodar’.

Com tanto desemprego e queda generalizada no consumo é preciso agir. Não me refiro a fazer mais do que você ou sua empresa sempre fez. Estou falando de uma estratégia que poucos usam e exploram a fundo: as reais ferramentas de marketing.

A estratégia em si não é nova, e você deve estar se perguntando o motivo de eu estar fazendo um artigo sobre algo que não é novo ou inovador. É esse o ponto. A palavra marketing já não impacta ou influencia com todo o seu real potencial. Na verdade, ela ‘já era’ há alguns anos, de acordo com especialistas como Kevin Roberts, o autor do best seller Lovemarks, e Seth Godin.

“As tecnologias influenciam tanto as comunicações que a palavra marketing não surte mais o efeito que deveria, não abarca mais todo o seu potencial. O marketing como conheci, cerca de quinze anos atrás, está deixando de existir no dia-a-dia. E poucos querem ou se permitem enxergar isso.”

O novo marketing não faz interrupções, mas instrui e orienta. Como afirma o ‘guru’ e especialista em marketing Seth Godin, ele se estabelece mediante permissão. Ele antecipa e estabelece conexões reais e sustentáveis. O novo marketing é orgânico e não sobrevive por muito tempo se seu DNA ainda está focado apenas em ações massivas, e em empurrar goela abaixo o seu produto ou serviço.

Entre as principais capacidades do novo marketing está a fidelização e o poder de engajar, além de conhecer a fundo o mercado alvo e trazer leads para vendas. Ele também pode ser chamado entre seus adeptos de growth hacking marketing.

Essa técnica de marketing pode ser usada tanto para startups como para empresas B2B em geral. Isso porque alavanca de forma inovadora crescimentos de forma mensurável e escalável com investimentos mínimos, feitos paulatinamente, com possibilidade de medição.

Mas o que é Growth Hacking, afinal?

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Do inglês, growth se refere a crescimento e hack (não, isso não tem relação com problemas cibernéticos) pode ser entendido como um ‘atalho inovador’. De forma simplificada e objetiva, diria que se trata de um conjunto de ações de marketing não convencionais, seguidas de testes e mensurações, capazes de aumentar de forma exponencial e passíveis de serem combinadas com outras táticas ligadas ao marketing digital.

É uma técnica desenvolvida por startups de tecnologia que aplica pensamento analítico, criatividade e métricas sociais para vender produtos e ganhar exposição. Growth hacking na prática propõe estruturar um novo processo de atrair, engajar usuários e fidelizar clientes, combinando marketing digital, análise e desenvolvimento de produtos e serviços.

Entretanto, ele é mais uma mentalidade do que apenas técnica, e não vem com um manual de instruções. O que serviu para uma empresa nem sempre irá funcionar da mesma maneira para outra. É preciso aplicar olhar atento e não se prender a regras.

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